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Ídolo e artilheiro do Capivariano no Campeonato Paulista, Rodolfo pede concentração máxima em quartas de final diante do Palmeiras

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Foto: Bruno Cruz/Capivariano

Com 33 anos, o atacante Rodolfo resolveu voltar ao Capivariano 10 anos após brilhar pela equipe no qual lhe projetou nacionalmente e virou ídolo. A “volta para casa” foi extremamente benéfica aos envolvidos. Afinal, no seu retorno à elite do Campeonato Paulista, o Capivariano viu Rodolfo brilhar ao ser artilheiro da equipe na primeira fase do Paulistão e peça importante para classificação às quartas de final do estadual.

No próximo sábado, às 20h30, na Arena Barueri, o Capivariano terá uma pedreira pela frente, pois enfrentará nas quartas de final o Palmeiras em jogo único. Ciente da dificuldade do compromisso, Rodolfo destacou como o clube alvirrubro pode surpreender o alviverde. “O Palmeiras é uma equipe muito bem organizada, competitiva e acostumada a decisões. Por isso, todos da nossa equipe precisam ter concentração máxima, pois a exigência da partida é alta. Será um grande duelo. Sabemos da grandeza do rival, mas, se tivermos muita concentração a cada lance podemos sim passar de fase”, destacou o atacante.

Pela excelente primeira fase, o Capivariano garantiu vaga na Série D de 2027. Com grande história no clube, Rodolfo valorizou mais um feito que ajudou o Leão da Sorocabana. “Tudo que conquistamos até aqui neste ano é fruto de trabalho, união e de acreditar até o fim. Mostramos que o Capivariano continua sendo um clube forte, competitivo e que merece respeito. Pela história que tenho aqui fico muito contente de neste retorno ajudar a dar um calendário nacional ao clube”, enfatizou o experiente jogador, que já passou por clubes importantes do Brasil como: Cruzeiro, Cuiabá, Fortaleza e América Mineiro.

Artilheiro do Capivariano com dois gols marcados em quatro partidas, Rodolfo fez questão de dividir os méritos com os seus companheiros. “O Paulistão é uma competição muito equilibrada, com equipes gigantes e jogos de altíssimo nível. Marcar dois gols na primeira fase e terminar como artilheiro da equipe foi motivo de muito orgulho. Porém, compartilho essa felicidade com os meus companheiros. Não consegui nada sozinho. Tudo é resultado de um trabalho coletivo. Nenhum atacante faz gol sozinho. Tem o passe, a jogada construída, a confiança do grupo e o apoio da comissão técnica”, finalizou.